Sigmund Freud funda o inconsciente, ao fazer de sua própria experiência, saber. Há uma especificidade do saber inconsciente na constituição do sujeito. O impulso ao saber é causado pelo acontecimento do encontro com o enigma da sexualidade. Efeitos de saber que afetam o corpo além do que o infans possa ainda dizer.
Na trilha de “o inconsciente ainda”, a Escola propõe “inconsciente e presença do analista”, como questão para nortear o trabalho de 2026. Uma outra volta.
Como pensar a questão proposta na singularidade da psicanálise com crianças? Práxis na qual o sujeito ainda está em constituição e o laço analítico se estabelece em um campo, muitas vezes atravessado por outros saberes que frequentemente se antecipam ao saber da criança. Uma criança é sempre falada.
A descoberta do inconsciente introduziu a dimensão do corpo na linguagem como organismo da palavra, que ressoa, anima. Na clínica com crianças, o que ressoa ganha relevo no brincar, cujo estatuto é um dizer. A convocação de corpos, na singularidade dessa clínica, nos interroga e instiga a investigar, ainda.
Os encontros de trabalho do ‘Núcleo’, composto por membros e participantes da Escola, acontecem quinzenalmente.
O que se recolhe desses pequenos coletivos é apresentado no marco da Escola, para todos aqueles que se interessem pelas questões cruciais da psicanálise, na terceira quarta-feira de cada mês, às 10h30
| 3ªf | 10h30 | Carolina Costa Marcondes | |
| 4ªf | 09h | Simone Aziz | |
| 5ªf | 19h | Vera Vinheiro | |
| 6ªf | 09h | Ana Claudia Vieira Vaz | |
| 6ªf | 09h30 | María José Estevez Acuña (+1) |
