Uma palavra ainda, encore, não é preciso reinventar nada. Eis o que nos ensina a revelação do inconsciente.
J. Lacan

 

Não é preciso inventar, o inconsciente se manifesta. É preciso, portanto, escrever; esse é o trabalho de uma análise. A amarração do nó é interessada nesse trabalho: no cruzamento de duas consistências uma terceira vem prender. Inconsciente e preconsciente – o enodamento crucial do aparelho freudiano – escrevem a ex-sistência ao simbólico e ao real no aparelho d’alíngua onde falar é tropeço, balbucio, quebra do gozo que na palavra se escamoteia.

O inconsciente ainda, sempre que se saiba ouvescrever em uma “amarração que poderia constituir o fenômeno inicial de uma topologia”?

 

Eduardo Vidal
Quinta-feira, 26 de março às 20h30.