A investigação do Núcleo em 2025 partiu da afirmação lacaniana que “o psicótico é um mártir do inconsciente” e que este é a céu aberto. Em 2026, numa segunda volta em torno do conceito de inconsciente, a Escola busca circunscrever a função do analista aí implicado.
Lacan afirma que “a presença do analista” é uma manifestação do inconsciente enquanto testemunha de uma perda irredutível. Vamos estender esta questão às clínicas das Psicoses e do Autismo em que o analista, ao contrário, não testemunha qualquer perda irredutível mas realiza uma presença ‘em corpo’, a cada vez, aos poucos, como um secretário do alienado, proporcionando um corte que incide sobre o gozo.
Retornaremos aos casos clássicos da literatura psicanalítica para fazer um recorte desta função.
Quanto ao autismo, como fica a questão do inconsciente quando não operou o recalque originário? Qual a importância do conceito de lalangue no tempo de entrada na linguagem quando houve um congelamento?
Temos uma base de trabalho que aposta no discurso analítico como o operador que nos remete ao lugar do analista em função.
As questões recolhidas nos encontros com os coletivos, quinzenalmente, são também compartilhadas com a escola nas últimas terças-feiras de cada mês, às 20h30, o que nos faz avançar.
3ªf* 10h30 Jussara Rocha e Bianca Freitas
3ªf* 15h Silvia Disitzer e Vera Vinheiro
3ªf* 19h Alyne Camargo de Mattos e Ana Lucia Valladão
4ªf* 10h30 Gilda Gomes Carneiro
4ªf* 12h Lícia Magno Lopes Pereira (autismo)
6ªf* 10h30 Elisa Carvalho e Maria Luiza Zanotelli (autismo)
6ªf* 19h30 Teresa da Costa
* Quinzenal.
