A presença do analista é ela própria uma manifestação do inconsciente.
Lacan, 15/04/64, p.121

Trabalhando ainda os impasses que se apresentam na direção da cura, nos deteremos na afirmação de Lacan no ano de 1972 – a psicanálise é o que reproduz uma produção da neurose. Uma neurose que é atribuída a ação dos pais e só é alcançável na medida em que esta ação se articula à posição do analista. A diferença entre a posição de pais traumáticos e a posição do analista, é que o analista reproduz a neurose e os pais a produzem sem saber o que fazem.

Para este trabalho utilizaremos casos clínicos já publicados. Textos para trabalho:

 

Bibliografia:

Lacan, J. Seminário 11 – lição de 22/04/64

Saber do Analista – 3/2/72 e 4/5/72

O sinthoma – 18/11/75 e 16/12/75

Ruth Mac Brunswick – Um suplemento à História de uma neurose

infantil, de Freud in Escritos Reunidos – ed. Quina

Abram Kardiner – Minha análise com Freud – reminiscências – ed. Quina

Margareth Little – Registro pessoal de uma análise com Winnicott in

Ansiedades Psicóticas e Prevenção – ed. Imago

 

Arlete Garcia
Quartas-feiras às 9h (quinzenal)