Nosso trabalho de investigação pretende ter como direção o inconsciente e a presença do analista no autismo e na psicose no tempo da infância. O que a clínica nos ensina sobre a diferença entre a posição subjetiva que define o autismo – decorrente de uma detenção na linguagem, e a estruturação de uma psicose na criança? Partindo do pressuposto de que autismo e psicose não são uma mesma “estrutura”, o que muda no manejo da presença do analista na clínica? Parafraseando Lacan no seminário As psicoses, em que propõe que o analista é o secretário do alienado, propomos que na clínica do autismo o analista é o secretário do não-alienado.
Inês Catão
Primeira segunda-feira de cada mês às 20h (mensal)
Exclusivamente por Zoom
